Maria Albergaria

Nasceu em Sintra, Portugal, em 1987.

Iniciou os seus estudos em Teatro, em 2002. É formada pela Escola Profissional de Teatro de Cascais, pela Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa e pela UniRio – Universidade de Artes Cênicas do Rio de Janeiro.

Viveu no Rio de Janeiro de 2011 a 2018 e foi onde começou os seus projetos como produtora de teatro. De 2013 ao início de 2018, fez parte da equipa de produção da Galharufa Produções onde produziu as últimas edições dos projetos Seleção Brasil em Cena, um concurso de dramaturgia brasileira e o Cena Brasil Internacional, um festival de teatro de pesquisa, ambos os projetos acontecem no Rio de Janeiro.

Nos anos de 2013 e 2014, produziu digressões por cidades brasileiras dos espetáculos da Cia Carroça de Mamulengos e da Cia franco-brasileira Dos à Deux.
Em 2014, fez como atriz e produtora, o espetáculo-instalação “Tudo o que está ao meu lado” do encenador argentino Fernando Rubio, com quem até hoje desenvolve projetos de residência e intercâmbio entre Argentina, Brasil e Portugal.
No Rio de Janeiro, produziu os últimos espetáculos com encenação e interpretação de Guilherme Leme Garcia: “Da vida das marionetes”(2014-Sesc Copacabana), “Santa” (2015-Teatro Tom Jobim), “Fatal” (2016-Oi Futuro Flamengo e Teatro Glaucio Gill), “Uma Relação Pornográfica” (2016-Turnê BR Distribuidora- Brasília, Fortaleza e Campinas). Produziu ainda os espetáculos “Estamos Indo Embora…” com texto e encenação de Luiz Felipe Reis (2015-Sesc Copacabana), “Branca” com texto de Walter Daguerre e encenação de Ivan Sugahara (2016-Teatro Glaucio Gill e Sede das Cias), Êxtase Anotado com encenação e interpretação de Cristina Flores e Leticia Monte (2017-Sesc Copacabana), IRINA com texto, encenação e interpretação de Raquel Iantas (2017 e 2018-Sesc Copacabana e Teatro Glauce Rocha) e Alice mandou um beijo com texto e direção de Rodrigo Portella (2018-Teatro Glauce Rocha).

Em Março de 2018, regressou a Portugal, onde já iniciou os seus projetos de produção dos espetáculos de teatro “c o m” criação de Jefferson Miranda e Miwa Yanagizawa (Fábrica Braço de Prata e “Cassiopeia” do coletivo Urso pardo (Negócio – ZDB).